O consumidor de drogas ilícitas precisa tomar ciência de que financia a carnificina dos latrocínios, homicídios, feminicídios... 80% dos presos no sistema carcerário estão lá por causa do tráfico de drogas. Fato que passa à margem da consciência dos consumidores. Os cocainômanos pingam sangue pelo nariz e pelas mãos. Os maconheiros queimam erva, neurônios e o filme da coerência quando, de forma hipócrita, reclamam da violência enquanto tragam baseados. E como há autoridades, celebridades e formadores de opinião nesse grupo! Uma cultura hedonista e destrutiva tão antiga quanto a corrupção no país. Silenciar é omitir-se. E a omissão dos bons, fav orece os maus. Todos os dias perdemos aliados nessa guerra contra a violência. Soldados armados com honestidade, coerência, retidão, tolerância, serenidade, persistência, prevenção, coragem e bondade. Esse campo de guerra não tem lado, pois é um círculo. O círculo social e familiar onde os cidadãos alienados precisam ser salvos e regenerad...
A TRUCAGEM NA CRISE A indústria e o comércio nos sacaneiam pra manter os lucros elevados. A bala de goma (jujuba) está menor. O rolo de papel higiênico vem amassado, pra ganhar espaço no transporte e nos estoques. A distância entre as poltronas no avião foi reduzida para vender o "conforto" de poucos centímetros. Não vou me surpreender se as companhias oferecerem aluguel de joelheiras! Nos restaurantes à quilo eu meço a honestidade do estabelecimento pelos pratos nitidamente reaproveitados. Arro z com brócolis, bolinhos de arroz, peixe, carne e legumes... Bife ao molho pardo, carreteiro de churrasco, qualquer coisa à milanesa... Truques de economia perigosos para a saúde. E as águas "aromatizadas"? Me parecem readaptações daquele refrigerante enjoativo de limão que ninguém bebia. Pois os gênios da química alimentícia diminuíram a quantidade do licor e do gás, aumentaram a quantidade de água e criaram um produto novo, mais caro, claro! O desperdício é outra ferr...
Onde? Do lado de fora da caverna! Logo que saí não me contive. Fui desbravar. O que eram aqueles rabiscos e relevos na rocha? Como foram feitos? Quando? Por que e por quem? Demoraram muitas eras mas conseguimos identificar os caracteres. Uma vontade em compartilhar razões e emoções. E nasceu a linguagem escrita. E Fiat Lux! As ideias brotaram diante dos sentidos. Organizaram-se em mensagem, partiram em caravanas para ligar emissores a receptores. Nem sempre encontraram nexo, sentido, lógica, coerência, sensatez. Mas houve quem extraísse a essência, convertesse um novo pensamento, palavra ou ação; para armazenar ou transformar. Quanto movimento evolutivo a leitura oferta na longa jornada do conhecimento! Mas e a criação individual? Quem de fato detém o saber? O reconhecimento pertence àquele que primeiro registrar a ideia, claro. O que seria da máquina capitalista sem royalties, patentes, direitos autorais? Surge numa inspiração pessoal aleatória ou é uma permissão de acesso aos ar...
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